1. Tirar muitas fotos com o celular, e fazer elas serem muito lindas como algumas são.
2. Agradecer a minha vizinha pelo lindo casaco europeu que ela me deu de presente. (deve ter macumba!)
2. Começar de fato a fazer o que eu vim pra fazer.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Uma boa noite...
...Só se for pra comerçar um Blog! rs
Eu tenho um interlocutor quando falo muda enquanto ando desesperada:Deus. E Deus com letra maiúscula mais por ser nome prórpio do que por respeito religioso. E hoje eu andei desesperada até resolver sentar aqui. É claro que antes eu tentei ligar para algumas pessoas, e até liguei... mas não me satisfez. Aí tive vontade de fumar (eu andei, uns 5 km, e passei na frente de todos os botecos do mundo), mas não fumei. Aí tive vontade de comprar uma pinga e sentar na rua igual mindingo, sem aspas pq eu acho essa sonoridade bem melhor e aqui escrevo como quero, mas não fiz isso apesar do belo céu escuro de Maio frio. E diante de tantas outras opções plausíveis resolvi me deixar escravizar por algo que dê frutos (não, não é o sexo rs) escrever.
Eu escrevo o dia todo, mas é diferente, não que não tenha prazer, tem e muito rs (ainda mais quando o programador gatinho tá de bom humor), mas tem norma, regra e isso me facilita as coisas. Hoje quero o difícil, escrever algo sobre mim.
Não que tenha tanta coisa assim, por mais que eu tente. Aliás teria boas histórias pra contar, eu sempre faço bosta, mas hoje não é o objetivo.
eu queria escrever pra aproveitar a dor, pporque alívio quem dá é a cachaça (e hoje é dia da cachaça!), quando os autores tem dor parecem que escrevem melhor. e eu quero ser uma autora, e ser uma autora que escreve bem.
Qualquer fragmentinho pra mim (pra mim é delícia), pra mim tá valendo! (tá valendo é delícia também)
Eu não quero ter dor o tempo todo, mas quero aproveitar a dor que tenho... Depois de chorar um longo caminho, sem ceder as tentções, me dou o direito e o dever de ser o que eu quero.
Afinal, para ser o que eu quero ser é que resolvi me privar de um amor, de um conforto, de uma vida...
Isso são outros quinhentos...quinhentos fazem falta na minha conta agora.
E que as pombas não me mordam, malditas aves pestilentas de São Paulo.
Eu tenho um interlocutor quando falo muda enquanto ando desesperada:Deus. E Deus com letra maiúscula mais por ser nome prórpio do que por respeito religioso. E hoje eu andei desesperada até resolver sentar aqui. É claro que antes eu tentei ligar para algumas pessoas, e até liguei... mas não me satisfez. Aí tive vontade de fumar (eu andei, uns 5 km, e passei na frente de todos os botecos do mundo), mas não fumei. Aí tive vontade de comprar uma pinga e sentar na rua igual mindingo, sem aspas pq eu acho essa sonoridade bem melhor e aqui escrevo como quero, mas não fiz isso apesar do belo céu escuro de Maio frio. E diante de tantas outras opções plausíveis resolvi me deixar escravizar por algo que dê frutos (não, não é o sexo rs) escrever.
Eu escrevo o dia todo, mas é diferente, não que não tenha prazer, tem e muito rs (ainda mais quando o programador gatinho tá de bom humor), mas tem norma, regra e isso me facilita as coisas. Hoje quero o difícil, escrever algo sobre mim.
Não que tenha tanta coisa assim, por mais que eu tente. Aliás teria boas histórias pra contar, eu sempre faço bosta, mas hoje não é o objetivo.
eu queria escrever pra aproveitar a dor, pporque alívio quem dá é a cachaça (e hoje é dia da cachaça!), quando os autores tem dor parecem que escrevem melhor. e eu quero ser uma autora, e ser uma autora que escreve bem.
Qualquer fragmentinho pra mim (pra mim é delícia), pra mim tá valendo! (tá valendo é delícia também)
Eu não quero ter dor o tempo todo, mas quero aproveitar a dor que tenho... Depois de chorar um longo caminho, sem ceder as tentções, me dou o direito e o dever de ser o que eu quero.
Afinal, para ser o que eu quero ser é que resolvi me privar de um amor, de um conforto, de uma vida...
Isso são outros quinhentos...quinhentos fazem falta na minha conta agora.
E que as pombas não me mordam, malditas aves pestilentas de São Paulo.
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